Os espaços que possibilitam a construção de identidades afirmativas;A possibilidade de experimentar diferentes formas de sociabilidade juvenil, de pertencer a um grupo e a uma rede;As perspectivas de construção de um projeto de vida e de mudança pessoal e coletiva;A possibilidade de fazer a diferença, reconhecendo-se, como jovens conscientes, que se afastam dos padrões reforçados pela mídia;A função expressiva pessoal: gratificação psicológica (auto-estima) social (reconhecimento) e a intensidade emocional (amizade);A concretude do agir altruístico: o desejo efetivo de ajudar o outro com ações e resultados concretos;Os exemplos, os chamamentos, os adultos de referência (família e escola), outros jovens, as experiências anteriores e as oportunidades de participar;A crença de que é possível mudar: perspectiva de futuro e de um presente, diferente no âmbito pessoal e coletivo.
* Dados extraídos da pesquisa realizada pela Parceiros Voluntários e UFRGS ,sobre Juventude e Participação Social Solidária.